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Terça-feira, 10 de Março de 2026

De nudez na rua a “arma” de plástico: briga entre vizinhos termina na delegacia em Iporã

Acusado teria aparecido ‘peladão’ em frente à residência da vítima e, horas depois, apontado o que parecia uma ‘pistolinha’ durante nova discussão

Uma ocorrência envolvendo ameaça e ato obsceno mobilizou a Polícia Militar na noite de ontem (9) no município de Iporã. O caso foi registrado em uma residência localizada na rua Juvenal Cordeiro, no bairro Vila Nilza, e resultou no encaminhamento das partes para a Delegacia de Polícia Civil.

De acordo com o boletim da PM, a vítima, uma mulher de 33 anos, relatou que por volta das 15h percebeu que seu vizinho, de 29 anos, estava em frente à casa dela completamente nu. Segundo o relato, o homem segurava o próprio órgão genital e fazia gestos para que ela se aproximasse.

Diante da situação, houve uma discussão entre os dois. Após o desentendimento, o suspeito teria retornado para dentro da própria residência.

Horas depois, por volta das 19h, a mulher afirmou que o homem voltou a ir até sua casa. Dessa vez, conforme o relato, ele teria apontado em sua direção um objeto que aparentava ser uma arma de fogo, o que fez com que ela se sentisse ameaçada.

A vítima contou ainda que, diante da situação, pegou um facão e correu em direção ao vizinho. Ao perceber a reação, o homem teria retornado novamente para sua residência.

Após serem acionados, policiais militares se deslocaram até o endereço e localizaram o suspeito no quintal da casa, com autorização de um familiar. Durante buscas nas proximidades, os policiais encontraram em um terreno vizinho um objeto semelhante a uma arma de fogo, posteriormente identificado como um simulacro de plástico.

Segundo a Polícia Militar, o próprio suspeito informou que havia descartado o objeto no local. Durante a abordagem, ele negou ter praticado o ato obsceno, admitindo apenas que discutiu com a vizinha.

Como a vítima manifestou interesse em representar criminalmente contra o autor, ambos foram encaminhados para a confecção do boletim de ocorrência, realização de laudo de lesões corporais e posterior apresentação à Delegacia de Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação e pelas medidas legais cabíveis.

Fonte: Umuarama News

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