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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2026

Dono admite manter caça-níqueis e bar é alvo de nova apreensão em Iporã

Ação conjunta entre Ministério Público e PM resulta na apreensão de equipamentos de jogo de azar e na lavratura de termo circunstanciado

Uma fiscalização realizada ontem (20), resultou na apreensão de máquinas caça-níqueis em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Presidente Castelo Branco, na região central de Iporã, no noroeste do Paraná. A ação foi conduzida pelo Ministério Público da Comarca de Iporã, com o acompanhamento da equipe da Polícia Militar (RPA), e teve como alvo um bar que já havia sido notificado anteriormente por envolvimento com jogos de azar.

De acordo com as informações repassadas, a fiscalização ocorreu em atendimento a um ofício do Ministério Público. O proprietário do estabelecimento, um homem de 48 anos, havia firmado anteriormente um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), comprometendo-se formalmente a não manter ou explorar jogos de azar no local, após apreensões anteriores de equipamentos considerados ilícitos.

Durante a vistoria, o próprio responsável informou às autoridades que ainda possuía máquinas caça-níqueis guardadas no estabelecimento. Em seguida, ele conduziu o promotor de Justiça, sua assessora e a equipe policial até uma sala utilizada como depósito. No local, foram encontradas duas máquinas em pleno funcionamento, ligadas no momento da abordagem.

Ao serem abertas, as máquinas continham a quantia total de R$ 103,00 em dinheiro. Questionado sobre a situação, o proprietário alegou que utilizava os equipamentos de forma particular, apenas para lazer próprio, e que o uso por clientes seria proibido. Apesar da justificativa apresentada, a situação caracterizou flagrante de jogo de azar, conforme a legislação vigente.

Diante dos fatos, as máquinas e o dinheiro localizado foram apreendidos e devidamente acondicionados, seguindo os protocolos da cadeia de custódia. O proprietário foi conduzido à sede da 2ª Companhia da Polícia Militar de Iporã, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Infração Penal (TCIP).

O caso será encaminhado às autoridades competentes para as providências legais cabíveis. O Ministério Público reforça que fiscalizações desse tipo visam coibir práticas ilegais e garantir o cumprimento de acordos firmados, promovendo a ordem e a legalidade no município.

Fonte: Umuarama News

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