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Segunda-feira, 23 de Março de 2026

Mãe morde vice-diretora e arranca pedaço de pele em escola no Paraná

Correio do Ar

A discussão que acabou com uma mãe de aluno mordendo a vice-diretora de um colégio estadual de Andirá, no norte do Paraná, foi motivada pela falta de uniforme do estudante. Segundo Denner dos Santos Roque, delegado de Polícia Civil, a vítima teve um pedaço da pele arrancado.
Nesta segunda-feira (23), o delegado informou ao g1 que o depoimento da mulher foi agendado para esta semana. O caso permanece em investigação.

De acordo com a polícia, na quarta-feira (18), a mulher de 38 anos foi chamada ao colégio pela direção para tentar achar uma resolução para a falta de uniforme do filho - que estava autorizado a frequentar as aulas com outras roupas até que o caso fosse solucionado.

"[A equipe pedagógica] Tentou explicar para ela a questão do uniforme, que era fornecido até um certo tamanho e que o tamanho maior deveria ser solicitado, que já havia sido feita essa solicitação. Pelo que consta, já tinha sido até mostrado a ela uma planilha constando o pedido", o delegado explicou, com base no depoimento colhidos.

Durante esta conversa, conforme Roque, a mulher se exaltou e atacou a equipe pedagógica. Uma pedagoga também foi agredida com socos e, antes de fugir, a suspeita ainda atingiu uma professora com o capacete.

“Em determinado momento, deu uma capacetada no rosto de uma das vítimas e partiu para agressão. Depois, deu uma mordida no braço da diretora, que arrancou um pedaço de pele”, afirmou o delegado.

A polícia realizou buscas pela mulher em endereços ligados a ela, mas a suspeita não foi encontrada.

Na quinta-feira (19), ela foi à delegacia e se apresentou. Ela não foi presa e deve responder pelos crimes de lesão corporal, injúria, desacato e vias de fato.

A Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) informou que acompanha o caso e reforçou que situações de violência são tratadas com prioridade para garantir a segurança da comunidade escolar. Além disso, consta na nota que seria solicitada uma medida protetiva para as vítimas.

Fonte: G1

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