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Notícias da Região | Organização criminosa

Quinta-feira, 02 de Julho de 2026

Operação do Gaeco prende três suspeitos e apreende drogas, celulares e moto adulterada no Paraná

Ação é desdobramento de investigação sobre organização criminosa envolvida com tráfico e lavagem de dinheiro

O Núcleo de Umuarama do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, deflagrou na manhã desta quinta-feira (2) a segunda fase da Operação Arayú, que investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Umuarama, Guaíra e Londrina.

As equipes apreenderam celulares, anotações, porções de maconha e uma motocicleta com sinais identificadores adulterados. Também foi determinado o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, além da quebra do sigilo de dados e comunicações dos aparelhos eletrônicos recolhidos.

A ação contou com o apoio do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) e do Canil do 5º Batalhão da Polícia Militar.

Investigação começou após apreensão de 160 quilos de maconha

As investigações tiveram início após uma apreensão de 160,8 quilos de maconha realizada pela Polícia Militar Rodoviária em 3 de julho de 2025, na PR-317, em Lobato, no norte do Paraná. Na ocasião, dois adolescentes foram flagrados transportando a droga em um Fiat Mobi com placas clonadas, durante uma abordagem de rotina.

O avanço das investigações levou à primeira fase da Operação Arayú, deflagrada em agosto de 2025, quando um dos apontados como líderes da organização criminosa foi preso.

Segundo o Gaeco, a análise do material apreendido revelou que o investigado integra uma facção criminosa e era responsável por coordenar a logística, o transporte e a comercialização de grandes cargas de drogas, inclusive em operações que ultrapassavam os limites do Paraná.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa

Fonte: Gabi Lira | Catve.com

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